Sempre me perguntei
"porquê Deus chove sobre nós?"
Mesmo qndo criança não via a chuva como algo desagradável,
como a maioria dos humanos, ou tentava racionalizar o chover;
Chuva tem por função reabastecer rios, irrigar plantações,
saciar nossa sede...
Também não seria para antagonizar com o sol ou ser
a parte cinza de uma metáfora qualquer sobre equilíbrio.
Pensava: "Há um motivo para Deus chover sobre nós."
E havia. Deus chovia para mim.
Chovia para falar.
Chovia para me tocar a face.
Chovia para desenhar a terra.
Chovia para amolecer as pedras.
Chovia para alimentar as mentes do chover que há em Deus.
*O impensável reside na casa das possibilidades.
"O tempo é como o vento..."
Presente, invisível, mortal e salvador...
O tempo é como vento;
Aflige, consola, destrói e restaura...
O tempo é como vento;
Norteia, escurece, sorve e fortalece...
O tempo é como vento;
Apaga e conserva, disfarça e revela...
O tempo é como vento;
Deus e demônio, desastre e sonho...
O tempo é como o vento e os homens seus instrumentos...
O tempo é como vento;
Aflige, consola, destrói e restaura...
O tempo é como vento;
Norteia, escurece, sorve e fortalece...
O tempo é como vento;
Apaga e conserva, disfarça e revela...
O tempo é como vento;
Deus e demônio, desastre e sonho...
O tempo é como o vento e os homens seus instrumentos...
"O TUDO que sou"
Sou uma cena de filme onde a criança lamenta a perda dos amados.
Sou um “eu te amo” dito entre lábio apaixonados.
Sou um momento que pode sigficar uma vida, sou um instante que pode representar alegria,
sou uma fração do tempo em que a alma diz SIM e foge à agonia ...
Sou cada imagem que retenho, cada odor que desprezo,
cada passo que messo, cada sonho que tenho...
Sou cada pessoa que amo, cada lugar que visito,
cada momento aflito, cada mulher que engano...
Sou cada animal maltratado, cada velho solitário,
cada crime diário, cada amor despertado...
Sou horror e beleza, euforia e tristeza - solidão e companhia ...
Sou um “eu te amo” dito entre lábio apaixonados.
Sou um momento que pode sigficar uma vida, sou um instante que pode representar alegria,
sou uma fração do tempo em que a alma diz SIM e foge à agonia ...
Sou cada imagem que retenho, cada odor que desprezo,
cada passo que messo, cada sonho que tenho...
Sou cada pessoa que amo, cada lugar que visito,
cada momento aflito, cada mulher que engano...
Sou cada animal maltratado, cada velho solitário,
cada crime diário, cada amor despertado...
Sou horror e beleza, euforia e tristeza - solidão e companhia ...
"Fio"
Quem segura o fio da realidade...?
Quem detém o limite da coerência...?
Realidade, por definição, é a compreensão que um indivíduo
tem do mundo ao seu redor.
Como definí-la de forma linear, constante... se a realidade
está diretamente ligada ao entendimento que as criaturas
têm do mundo que as cercam...?
Como criar padrões, ter regras...?
Quem está certo?
Quem é são?
Como, dentro da incoerente retidão, dar cor ao limiar da razão...?
Quem de nós É?
Quem de nós ESTÁ?
Qual de nós poderá determinar o que pode ser medido...?
Quem entre os humanos poderá dizer que ser é estar contido ...?
Que Deus os gregos teriam escolhido p/ reter a ponta do fio da realidade?
Que animal seria seu símbolo?
Q cor seu partido, q homem seu discípulo...?
Quem detém o limite da coerência...?
Realidade, por definição, é a compreensão que um indivíduo
tem do mundo ao seu redor.
Como definí-la de forma linear, constante... se a realidade
está diretamente ligada ao entendimento que as criaturas
têm do mundo que as cercam...?
Como criar padrões, ter regras...?
Quem está certo?
Quem é são?
Como, dentro da incoerente retidão, dar cor ao limiar da razão...?
Quem de nós É?
Quem de nós ESTÁ?
Qual de nós poderá determinar o que pode ser medido...?
Quem entre os humanos poderá dizer que ser é estar contido ...?
Que Deus os gregos teriam escolhido p/ reter a ponta do fio da realidade?
Que animal seria seu símbolo?
Q cor seu partido, q homem seu discípulo...?
" O Menino das Luzes"
Para minha Alma Amiga - Felipe Dias.
Na luz dos olhos do Homem se vê grandeza de menino.
O luzir inquieto e astuto, marca das criaturas divinas,
reflete o brilho de suas idéias e desejos...
Ele é todo movimento.
Híbrido revolto que, permitindo Deus, ainda há de contagiar muitos com a
lamparina de seu peito incansável.
Rogo a Deus uma prece:
Livra-o de ser homem como os que não o sabem ser;
Conserva tuas mãos puras e receptivas;
Torna-o cada vez mais mostra de tua existência.
Que os marginais se aproximem e bebam de ti;
Que as raças convirjam em iluminação;
Que o Homem seja o seu brado realizado.
“Missionários valorosos se repetem no tempo, dentro da eternidade...”
Na luz dos olhos do Homem se vê grandeza de menino.
O luzir inquieto e astuto, marca das criaturas divinas,
reflete o brilho de suas idéias e desejos...
Ele é todo movimento.
Híbrido revolto que, permitindo Deus, ainda há de contagiar muitos com a
lamparina de seu peito incansável.
Rogo a Deus uma prece:
Livra-o de ser homem como os que não o sabem ser;
Conserva tuas mãos puras e receptivas;
Torna-o cada vez mais mostra de tua existência.
Que os marginais se aproximem e bebam de ti;
Que as raças convirjam em iluminação;
Que o Homem seja o seu brado realizado.
“Missionários valorosos se repetem no tempo, dentro da eternidade...”
"Parte"
Embebida no meu corpo está, agora, minha recém nascida consciência.
Cheia de si e de outros.
Comprometida com seus valores, opniões e prazeres.
Eu, muitos de mim e outros além de vc.
Todo meu corpo é só desejo;
Desejo de mais... saber; ser; sentir... mutar.
Mais uma vez cavaleiro de minha solitária
e talvez, apenas talvez, vã cruzada.
Estou aqui. Despido de mim, para tornar-me
a concretização de meus anseios.
Ser o meu desejo realizado nas linhas que
me propõe o destino; ora amigo, ora criança órfã.
Quero ter a clareza de pensamentos para
realizar meus desejos possíveis e jamais deixar
de sonhar com os ditos inalcançáveis.
Desejo jamais perder o medo pois ele
me impõe limites e os limites dar-me-ão
sempre mais e mais desafios.
Essa é parte de mim, quem sou.
Não sei se a melhor, mas parte...
Cheia de si e de outros.
Comprometida com seus valores, opniões e prazeres.
Eu, muitos de mim e outros além de vc.
Todo meu corpo é só desejo;
Desejo de mais... saber; ser; sentir... mutar.
Mais uma vez cavaleiro de minha solitária
e talvez, apenas talvez, vã cruzada.
Estou aqui. Despido de mim, para tornar-me
a concretização de meus anseios.
Ser o meu desejo realizado nas linhas que
me propõe o destino; ora amigo, ora criança órfã.
Quero ter a clareza de pensamentos para
realizar meus desejos possíveis e jamais deixar
de sonhar com os ditos inalcançáveis.
Desejo jamais perder o medo pois ele
me impõe limites e os limites dar-me-ão
sempre mais e mais desafios.
Essa é parte de mim, quem sou.
Não sei se a melhor, mas parte...
Trecho Fernanda Young (up) / Texto Talita
- Me emocionar...???
- Pau no cú dos q se emocionam – ela disse.
O choro alheio, certas vezes, me irrita. Talvez pq o meu próprio sempre seja represado.
Cobro-me uma postura justa, coerente, mas ser um Humano com humanidade é quase utopia.
Não ter e ter q ter pra dar, ver cor onde na maioria das vezes só há ausência.
Seguir um código invisível que te separa mas ao mesmo tempo te une aos demais,
pois se está “programado” para ser maior para que lhe possam usar.
Pode parecer megalomania, uma síndrome qualquer desenvolvida por
um solitário egocêntrico, mais isso que julgo ser minha virtude é também
minha maior fraqueza. Esse fardo que, ora leve incita orgulho e prazer,
me dá esse ar nobre que só um ignorante pretensioso, como eu, julgaria ter.
Somado a isso vem essa merda de compromisso, que à revelia de quaisquer
atos externos continuo sustentando, como um soldado louco que hasteia sua
bandeira sobre um pico devastado.
Tento agrupar minhas percepções, mais na maioria das vezes o q sinto tem cor,
forma mas não se traduz em palavras. Quase poderia tocá-las, porém, não dizê-las...
- Pau no cú dos q se emocionam – ela disse.
O choro alheio, certas vezes, me irrita. Talvez pq o meu próprio sempre seja represado.
Cobro-me uma postura justa, coerente, mas ser um Humano com humanidade é quase utopia.
Não ter e ter q ter pra dar, ver cor onde na maioria das vezes só há ausência.
Seguir um código invisível que te separa mas ao mesmo tempo te une aos demais,
pois se está “programado” para ser maior para que lhe possam usar.
Pode parecer megalomania, uma síndrome qualquer desenvolvida por
um solitário egocêntrico, mais isso que julgo ser minha virtude é também
minha maior fraqueza. Esse fardo que, ora leve incita orgulho e prazer,
me dá esse ar nobre que só um ignorante pretensioso, como eu, julgaria ter.
Somado a isso vem essa merda de compromisso, que à revelia de quaisquer
atos externos continuo sustentando, como um soldado louco que hasteia sua
bandeira sobre um pico devastado.
Tento agrupar minhas percepções, mais na maioria das vezes o q sinto tem cor,
forma mas não se traduz em palavras. Quase poderia tocá-las, porém, não dizê-las...
Assinar:
Postagens (Atom)
